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Terapia online funciona mesmo? Descubra como esse formato tem transformado vidas.
Nos últimos anos, principalmente após a pandemia, a terapia online deixou de ser exceção e se tornou uma porta acessível, segura e transformadora para milhares de pessoas. Hoje, a terapia online é totalmente respaldada pela ética profissional, desde que conduzida por psicólogas e psicólogos registrados e autorizados pelo Conselho.
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O que é Psicologia do Dinheiro e como o psicólogo pode ajudar nas dificuldades financeiras
A Psicologia do Dinheiro é o campo que estuda o comportamento das pessoas em relação ao dinheiro, suas crenças, atitudes e a forma como o utilizam. Por trás de uma dívida impagável, de um padrão de consumo compulsivo ou de um medo excessivo de gastar, muitas vezes existem questões emocionais profundas, traumas de infância, crenças limitantes e conflitos internos. O psicólogo financeiro pode ajudar muito quem enfrenta dificuldades fi
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O que é um genograma e por que ele pode transformar sua vida financeira?
O genograma é muito mais do que uma árvore genealógica. Ele é uma ferramenta terapêutica que permite mapear padrões familiares, crenças, histórias e vínculos emocionais ao longo de três ou mais gerações. Através de símbolos e anotações específicas, ele nos mostra não apenas quem faz parte da família, mas como as relações se organizam, onde existem repetições, lealdades invisíveis, exclusões ou dores não elaboradas.
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Você tem permissão para ser diferente da sua família?
Ao construir um genograma terapêutico, conseguimos enxergar com mais clareza os padrões que atravessam gerações repetições de profissão, de relações afetivas, de formas de lidar com o dinheiro, com o sucesso, com a dor.
Márcia Fialho Fiuza Lopes
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Endividamento: quando as dívidas viram prisão e como escapar desse ciclo invisível
Se você vive endividado ou tem medo de cair nessa armadilha saiba que isso é mais comum (e complexo) do que parece. E que existe um caminho possível de reconciliação com sua vida financeira.
Estar endividado não é sinal de fraqueza, desorganização ou irresponsabilidade. É, muitas vezes, um pedido de ajuda disfarçado uma tentativa de encontrar equilíbrio emocional em meio ao caos. E esse pedido pode ser acolhido, ouvido e tratado com cuidado.
Márcia Fialho Fiuza Lopes
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Por que tomamos más decisões com o dinheiro mesmo quando sabemos o que é certo?
Quando estamos lidando com decisões financeiras, como fazer uma compra, poupar ou investir, nossa mente prefere usar o caminho mais rápido o Sistema 1 porque ele consome menos energia. Só que, ao fazer isso, usamos heurísticas, que são como atalhos mentais. São regras de bolso, práticas para lidar com o excesso de informação. E é aí que moram os vieses: erros previsíveis que surgem justamente quando esses atalhos falham
Márcia Fialho Fiuza Lopes
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Será que o seu jeito de lidar com dinheiro esconde um distúrbio financeiro?
A psicologia financeira identifica padrões de comportamento que, em níveis extremos, podem se transformar em distúrbios financeiros reações desadaptativas usadas para evitar dores emocionais.
Márcia Fialho Fiuza Lopes
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Dinheiro demais, controle de menos: quando os distúrbios financeiros viram armadilhas emocionais
Quando falamos de problemas com o dinheiro, é comum pensar em dívidas, falta de planejamento ou dificuldade em poupar. Mas há comportamentos financeiros que ultrapassam o campo da educação financeira e adentram o território da dor psíquica silenciosa, persistente, e muitas vezes disfarçada de virtude.
Porque os distúrbios financeiros não são apenas questões de “desorganização”. Eles são sintomas de histórias mais profundas feridas emocionais, lealdades familiares, padrões de
Márcia Fialho Fiuza Lopes
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Trauma financeiro quando o dinheiro vira cicatriz
O trauma financeiro é uma marca emocional deixada por experiências dolorosas relacionadas ao dinheiro. Pode vir de situações como falência, desemprego, brigas familiares por herança, abandono financeiro, abuso econômico em relacionamentos, perdas bruscas de padrão de vida ou até de uma infância onde dinheiro era sinônimo de medo, escassez ou controle excessivo.
Mas nem sempre o trauma nasce de grandes eventos. Às vezes, ele se constrói silenciosamente, no acúmulo de mensa
Márcia Fialho Fiuza Lopes
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